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Na rotina em que vivemos, é muito comum as pessoas se queixarem de que não conseguem encontrar um equilíbrio entre trabalho, família, amigos e lazer. Parece que você se torna refém somente das suas tarefas profissionais e não sobra tempo para mais nada, não é mesmo?!

Para tentar encontrar o controle entre a vida profissional e pessoal, a psicóloga do INTERFACE Psicologia Clínica, Ester Pereira, destaca alguns pontos importantes:

  • Reflita sobre quais são seus valores e como você tem administrado o tempo em função desses valores. Você tem dedicado tempo suficiente para aquilo que realmente importa para você
  • Estabeleça prioridades. Administre seu tempo de acordo com o que é mais importante para você. Isso pode implicar em abrir mão de algum compromisso para que você possa buscar seu filho na escola, por exemplo.
  • Estabeleça limites e exercite dizer não. Ex.: Não acessar o e-mail do trabalho após certo horário; recusar levar trabalho extra para casa.
  • Organize seu dia. Ter clareza do que precisa ser feito ao longo do dia pode ajudá-lo a otimizar o tempo que você tem disponível.
    Vamos colocar em prática?!

Como lidar com o fim de um relacionamento

Nem sempre lidar com o término do relacionamento é uma tarefa fácil. Não ter mais aquela pessoa por perto, mudar a rotina que estava tão habituada e lidar com o turbilhão de sentimentos pode fazer com que as pessoas envolvidas se sintam desnorteadas e pessimistas em relação ao futuro e às novas relações amorosas.

A psicóloga do Núcleo Interface, Priscila Camacho Solamone, dá algumas dicas do que deve ser evitado fazer neste momento tão difícil.

Não fuja dos sentimentos

Aceite o fim do relacionamento e sinta as emoções. O sofrimento faz parte do processo e isto acontece porque ele tem algo importante para lhe ensinar. Aceitar a ansiedade e lidar com a tristeza, aos poucos, vai esclarecendo os acontecimentos e melhorando a situação. Ter paciência neste momento é fundamental.

Cuidado com as redes sociais e as falsas adivinhações

É muito comum ver pessoas que terminaram o relacionamento vigiarem em tempo real a vida do(a) ex-namorado(a). Além disto, muitos tentam adivinhar o que está acontecendo na vida do outro: “Se ele está online no Whatsapp é porque está conversando com alguém”; “Se ele(a) curtiu a foto daquela pessoa é porque deve estar interessado(a)”. Por mais que pareça inofensivo, este comportamento pode confundir os sentimentos e aumentar ainda mais o sofrimento.

Evite remoer a culpa e os acontecimentos do passado

Alguns pensamentos como: “Se ele não tivesse feito aquilo” ou “Se eu tivesse agido de forma diferente”, aumentam a angústia e não permitem que você volte no tempo e reviva estas situações. O que passou, passou. Leve como aprendizado para as próximas oportunidades e bola pra frente!

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A psicóloga do Interface Psicologia Clínica, Priscila Camacho Solamone, dá algumas dicas de como identificar se seu filho precisa de ajuda de um profissional.
Segundo Priscila, as crianças costumam comunicar o que estão sentindo através de seus comportamentos e, se manifestarem algum dos aspectos abaixo, é sinal de que precisa de atenção:

  • Postura agressiva e/ou impulsiva com os outro
  • Isolamento ou exclusão do grupo de amigos
  • Dificuldades de concentração e aprendizagem
  • Mau rendimento nas atividades escolares
  • Hiperatividade
  • Enurese noturna

Exercer a função de ser pai e mãe e educar os filhos pode ser mais difícil do que se imagina. Algumas crianças apresentam mudanças de comportamento em algumas situações, como separação dos pais, mudança de casa, entre outras.

Por mais difícil que possa ser assumir que seu filho está passando por alguma dificuldade ou que a sua conduta familiar precisa ser reajustada, em momentos como estes, a ajuda de um psicólogo pode auxiliar bastante a ajudar a resolver estes conflitos.

É preciso estar próximo, perceber quando isto acontece e quando há sofrimento por parte delas. Com a ajuda da terapia infantil a criança poderá adquirir novos comportamentos para lidar com as situações que geram o estresse emocional, começando dentro do consultório e com o intuito de que estes sejam disseminados para os outros ambientes da sua vida.

 

A psicóloga Priscila Camacho Solamone conta neste post 5 dicas valiosas de como organizar as finanças, para quem têm muita dificuldade de lidar com o dinheiro!

  • Reflita: Busque compreender a forma pela qual você lida com o seu dinheiro – Porque você está gastando? Quando este comportamento costuma acontecer? Quais são as consequências?
  • Organize-se: Livre-se das dívidas pendentes e procure manter seus pagamentos obrigatórios em dia.
  • Gerencie: Faça uma lista de suas prioridades e reflita se algumas despesas são realmente necessárias.
  • Atente-se: Evite gastos supérfluos e identifique o momento que eles costumam ocorrer.
  • Aproveite: Reserve uma quantia para usufruir nos momentos de lazer.

Atualmente existem diversas outras maneiras para tentar organizar a vida financeira, porém em alguns casos, não saber lidar com o dinheiro não é somente uma dificuldade, mas também pode estar associado a questões afetivas e emocionais.

É preciso investigar o problema, a queixa e o comportamento da pessoa em relação ao dinheiro para afirmar o que ocorre em cada caso. A psicoterapia pode ser um meio para trabalhar a dificuldade em questão e entender a melhor forma para a pessoa lidar com o dinheiro.